Tecnologia brasileira para pisos industriais: mais de 30 anos de desenvolvimento Miaki

Da formulação em laboratório à aplicação em campo, conheça a estrutura brasileira por trás de sistemas desenvolvidos para diferentes exigências da indústria

Em 1993, quando a Miaki iniciou sua trajetória, o mercado brasileiro de revestimentos industriais ainda tinha um longo caminho de desenvolvimento pela frente. Mais de três décadas depois, a empresa reúne tecnologias em uretano cimentício, epóxi e sistemas anticorrosivos, um Centro de Desenvolvimento Tecnológico próprio e uma rede de Licenciados que leva essas soluções a diferentes regiões do país. Neste 7 de setembro, falar sobre Tecnologia brasileira para pisos industriais com mais de 30 anos de desenvolvimento Miaki é olhar para uma história construída dentro da própria indústria, acompanhando mudanças nos processos produtivos e transformando novas exigências operacionais em soluções de revestimento.

Essa trajetória ajuda a explicar o que a Miaki é hoje.

Ao longo dos anos, as demandas encontradas nas indústrias passaram a exigir muito mais dos pisos. Processos produtivos se tornaram mais rigorosos, protocolos de higienização evoluíram, equipamentos ganharam peso e produtividade, centros logísticos aumentaram sua movimentação e determinados setores passaram a exigir controles cada vez mais específicos.

O revestimento precisou acompanhar essa evolução.

Um piso industrial deixou de ser apenas uma superfície destinada a receber tráfego. Dependendo da operação, ele precisa suportar choques térmicos, contato frequente com agentes químicos, abrasão, impacto, cargas elevadas, lavagem intensiva ou temperaturas negativas. Em outros projetos, existem requisitos relacionados ao controle eletrostático, facilidade de descontaminação ou rapidez para liberar novamente a área.

Foi diante dessas diferentes exigências que o portfólio da Miaki cresceu.

Diferentes tecnologias porque os problemas também são diferentes

Uma das bases técnicas do trabalho da Miaki é não tratar todo ambiente industrial da mesma maneira. A especificação precisa partir das solicitações reais da área.

É essa lógica que justifica a existência de diferentes famílias de revestimentos dentro do portfólio da empresa.

A linha PU-CIM, de uretano cimentício, possui sistemas desenvolvidos para ambientes submetidos a solicitações mecânicas, químicas e térmicas severas. Dentro da própria tecnologia existem variações de espessura, textura e acabamento, permitindo adequar o revestimento às características da operação.

Isso é particularmente importante em indústrias de alimentos e bebidas, frigoríficos, laticínios, cozinhas industriais e outras áreas onde lavagem, umidade, temperatura, produtos químicos e necessidade de segurança durante a circulação podem acontecer simultaneamente.

A linha Eposystem, baseada em tecnologia epóxi, atende outro conjunto de aplicações. Seus sistemas permitem trabalhar diferentes características de acabamento e desempenho, incluindo soluções específicas para projetos que exigem controle de descargas eletrostáticas, com versões dissipativas e condutivas.

Em um Data Center, indústria eletrônica ou outro ambiente com equipamentos sensíveis, por exemplo, a especificação pode envolver requisitos elétricos que simplesmente não existem em uma área industrial convencional.

Para situações de elevada agressividade química, a Miaki também desenvolveu a linha Fibersystem, destinada à proteção anticorrosiva de superfícies e estruturas expostas a condições severas.

Não são variações criadas apenas para ampliar catálogo. São tecnologias que existem porque as solicitações encontradas na indústria são diferentes.

E saber distinguir essas solicitações é tão importante quanto fabricar o revestimento.

Antes de especificar, é preciso conhecer a operação

É comum que uma demanda chegue inicialmente como “preciso de um piso epóxi” ou “preciso de um piso para indústria alimentícia”.

Tecnicamente, essas informações ainda são insuficientes para definir um sistema.

As corretas informações necessárias são: Qual é o estado do concreto? Existe umidade? Qual será a temperatura de operação? O piso terá contato com quais agentes químicos? Haverá lavagem com água quente? Qual é a intensidade do tráfego? Existem impactos? A superfície precisa ser antiderrapante? Quanto tempo existe para executar e liberar a área?

As respostas mudam a especificação. Por esse motivo, a Miaki conta com um Departamento de Arquitetura e Especificação, que auxilia arquitetos, engenheiros, projetistas e clientes na análise das condições de cada projeto.

Esse trabalho permite avançar da simples escolha de uma família de produtos para a definição de sistema, espessura e acabamento compatíveis com o ambiente.

É também o que evita um erro frequente: escolher um revestimento apenas porque ele funcionou bem em outra área ou em outra indústria.

O fato de duas operações pertencerem ao mesmo segmento não significa que submetam seus pisos às mesmas condições.

O desenvolvimento acontece dentro da Miaki

Por trás dos sistemas que chegam às obras existe uma estrutura dedicada ao desenvolvimento e ao controle das características dos materiais.

Na sede da Miaki, em Guararema, São Paulo, o Centro de Desenvolvimento Tecnológico (CDT) realiza ensaios e avaliações relacionados ao comportamento dos revestimentos.

Resistência química, compressão, abrasão, arrancamento, viscosidade e outras características podem ser avaliadas de acordo com o objetivo de cada análise.

É nesse ambiente que desenvolvimento de produto e desempenho deixam de ser conceitos abstratos.

A viscosidade, por exemplo, interfere no comportamento do material durante a aplicação. A resistência química precisa ser compreendida considerando as condições às quais o sistema estará submetido. A aderência não depende somente da resina, porque a qualidade e a preparação do substrato também interferem diretamente no resultado.

Esse conhecimento acumulado em laboratório retorna para os produtos, para a especificação e para o campo.

É uma relação contínua entre aquilo que é desenvolvido, aquilo que é testado e aquilo que efetivamente acontece dentro das indústrias.

Uma tecnologia só está completa quando chega corretamente à obra

Existe ainda outra particularidade importante no mercado de revestimentos monolíticos: o desempenho não depende exclusivamente do material.

Esses sistemas são executados em obra.

Preparação mecânica da base, tratamento de pontos críticos, proporção e mistura dos componentes, sequência de aplicação, consumo, espessura e condições ambientais fazem parte do resultado.

Por isso, a Miaki desenvolveu ao longo de sua história uma rede nacional de Licenciados.

Os Licenciados são empresas capacitadas para trabalhar com os sistemas Miaki em suas regiões, aproximando a tecnologia da realidade das obras e dos clientes.

A capacitação dessa rede passa pela Universidade Miaki, criada para transmitir conhecimento técnico sobre produtos, preparação e procedimentos de aplicação.

O suporte continua no campo por meio do S.P.O., que atua tecnicamente junto à rede e às obras.

Essa estrutura cria uma ligação que começa no desenvolvimento do produto, passa pela especificação e chega até sua execução.

Não basta desenvolver um revestimento com determinadas propriedades se ele for indicado para a condição errada. Da mesma forma, uma boa especificação pode ser comprometida por problemas na preparação da base ou na aplicação.

Na prática, essas etapas não são independentes.

Mais de três décadas acompanhando a evolução da indústria

Quando a Miaki iniciou suas atividades em 1993, não existiam no mercado as mesmas demandas que encontramos hoje.

As operações mudaram. As exigências sanitárias aumentaram. A logística ganhou escala. Processos industriais se tornaram mais automatizados. Ambientes com controle de partículas e cargas eletrostáticas passaram a ocupar espaço maior. O tempo disponível para manutenção ficou mais curto em muitas plantas.

Ao mesmo tempo, problemas conhecidos continuam presentes: concreto contaminado, umidade, desgaste prematuro, ataques químicos, choque térmico, fissuras, desplacamentos e revestimentos especificados sem considerar as condições reais da operação.

Hoje, a empresa não está ligada a uma única tecnologia. Seu portfólio permite trabalhar diferentes necessidades por meio de sistemas em uretano cimentício, epóxi e soluções anticorrosivas, além de diferentes espessuras, texturas e configurações desenvolvidas para condições específicas.

Mais recentemente, essa experiência com proteção de superfícies também passou a alcançar outra área importante das instalações industriais por meio da ProtectRoof, voltada a soluções para telhados e coberturas.

O princípio, entretanto, continua semelhante: entender a condição existente antes de definir como protegê-la.

Tecnologia brasileira feita para os desafios da indústria

O 7 de setembro oferece uma oportunidade para olhar para uma independência que também é construída por conhecimento.

Engenharia, pesquisa, desenvolvimento de materiais, fabricação, controle de qualidade e formação de profissionais fazem parte da capacidade tecnológica de um país.

Desde 1993, a empresa desenvolve no Brasil soluções destinadas a problemas encontrados diariamente em ambientes industriais. São tecnologias que passam pelo laboratório, pela especificação, pela fábrica e pela aplicação antes de se transformarem no piso que permanece em operação.

Mais de 30 anos depois, essa história continua sendo construída a partir de novos desafios.

Porque, quando a indústria muda, o revestimento também precisa evoluir. E desenvolver essa evolução aqui é uma parte importante da história da Miaki.

Precisa especificar um revestimento para uma nova área ou entender qual sistema é adequado às condições da sua operação? A Miaki conta com diferentes tecnologias em revestimentos monolíticos e uma estrutura técnica preparada para apoiar a análise do seu projeto.

Fale com nossa equipe ou encontre um Licenciado Miaki na sua região.

☎️ (11) 2164-4300
📩 vendas@miaki.com.br
💻 www.miaki.com.br

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